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Tarsila do Amaral. Os operários. 1933.

NOSSOS INSTRUMENTOS

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JORNAL UFSC À ESQUERDA (UFSCàE)

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Jornal 

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Fundação: 2013

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Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

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Araranguá, Blumenau, Curitibanos, Florianópolis e Joinville.

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Site: https://ufscaesquerda.com

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Em agosto de 2013, em Florianópolis (SC), inconformados com os rumos tomados pela esquerda e pela universidade brasileira, criamos o jornal UFSC à Esquerda (UFSCàE), um coletivo jornalístico organizado em torno dele. Foi com o amadurecimento da experiência com o coletivo jornalístico UFSC à Esquerda, e com nossos instrumentos que se seguiram que decidimos nos tornar o Coletivo Emancipação Socialista (CESO). 

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No decorrer destes 9 anos em que procuramos servir às lutas com o UFSC à Esquerda, nos colocamos no esforço de retomar as análises marxistas e socialistas que pudessem circular livremente por meio do jornal. Com isso, nossos jornalistas têm se colocado o desafio de contribuir para a organização da classe trabalhadora, criando condições para que todos aqueles que se ocupam da universidade possam lutar por ela e por uma vida efetivamente socializada. Fazemos isso circulando livremente informações relevantes por meio de notícias, debates políticos, cobrindo eventos de interesse da comunidade universitária e mantendo o registro histórico das lutas para consulta e auxílio às gerações futuras.


Os temas tratados pelo jornal abrangem desde acontecimentos da própria universidade, até do governo federal e acontecimentos de diversos locais do mundo, passando por política educacional, privatizações, greves e demais movimentos dos trabalhadores. Fazemos desta forma porque estudantes e trabalhadores da universidade devem ir além de suas microrrelações cotidianas. Um jornal que se ponha a serviço da universidade deve contemplar tudo.

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Esta foi a forma que o UFSC à Esquerda foi tomando ao longo destes anos e que vamos procurar manter na medida em que deixamos de ser um coletivo jornalístico para nos tornarmos uma organização política, o CESO. O jornal UFSC à Esquerda continua sendo para nós um dos meios pelos quais podemos servir para fortalecer as lutas de trabalhadores e estudantes, nas bases da universidade e de Santa Catarina. 

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Nossa escolha é por ampliar a capacidade de contribuição do UFSCàE, mantendo suas características mais fundamentais: nos manteremos presentes no dia a dia da universidade, com atividades como o boletim diário “Acontece na UFSC”, nossas coberturas e notícias; continuando o esforço de socializar os debates, as polêmicas, as críticas  a todos que se interessarem e não apenas àqueles que estão vinculados ao CESO. Não deixa de ser nosso objetivo fortalecer a capacidade organizativa de estudantes e trabalhadores da universidade, buscando pela polêmica, pela manutenção da memória, pela circulação de informações para que possam com isso também dar mais solidez à construção dos movimentos e entidades de base. O jornal segue para nós tendo o sentido de ser mais um meio de mediação das formas da consciência. Nos manteremos nas tarefas editoriais e de redação do jornal, e continuaremos contando com nossos leitores.  

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Com o CESO, o compromisso do jornal UFSCàE com a causa da universidade e com o socialismo se redobra. Nossos laços se enfeixam ainda mais para contribuir para a construção da revolução socialista brasileira!

Tarsila do Amaral. Os operários. 1933.

Operários

Tarsila do Amaral, 1933.

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JORNAL UNIVERSIDADE À ESQUERDA (UàE)

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Jornal 

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Fundação: 2019

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Brasil​

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Abrangência Nacional

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Site: https://universidadeaesquerda.com.br

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O Universidade à Esquerda (UàE) foi criado por nosso coletivo em setembro de 2019, num momento significativo para a classe trabalhadora brasileira - enfrentávamos uma  expropriação brutal de nossas vidas com a Reforma da Previdência e uma ameaça frontal à Universidade Pública expressa no programa Future-se. Fruto de longos debates e amadurecimento, contando com a experiência dos nossos instrumentos (UFSCàE e EFOP), decidimos por constituir esse instrumento para servir a luta de nossa classe em direção ao socialismo, contribuindo com os trabalhadores e estudantes que constroem a estratégia socialista no interior das universidades e fora dela por meio da produção de notícias, debates, entrevistas e análises.  

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A decisão por criar esse instrumento se embasou na avaliação que houve um acirramento na luta de classes, e no entanto desde 2013 apesar de os trabalhadores virem construindo grandes mobilizações, temos sido constantemente derrotados. Vemos como na Universidade e na sociedade a política burguesa tem ganhado (ainda mais) espaço entre os trabalhadores, e uma de suas expressões é o crescimento de organismos liberais (à esquerda e à direita). Então, se estas derrotas nos são impostas pelo capital, também tem papel nela aqueles sujeitos que no interior do movimento dos trabalhadores expressam as políticas da burguesia.

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Por isso, desde então buscamos oferecer um espaço em que possamos compartilhar análises expressas nas cobertura jornalísticas e nos textos de opinião; reconhecer às experiências de luta nos cantos do país (nas universidades e nas cidades), registrá-las e elaborar sobre elas, fazer delas memória e ação  Mas, também procuramos abrir um espaço de debate plural (e pluripartidário) que possa fazer avançar as análises e avaliações, bem como auxiliar na formação dos militantes que acompanham o jornal, e convidamos diversos intelectuais e militantes desde 2020 para escrever colunas e publicar no jornal. 

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Com a decisão de nosso coletivo que mantém o jornal, de no tornarmos uma organização política, o Coletivo Emancipação Socialista (CESO), continuaremos construindo o UàE mantendo para nós essas que são suas características mais importantes e pelas quais ele tem seu valor e serve como mais um, entre tantos, instrumento para contribuir nas lutas pela causa da universidade e pelo socialismo. O CESO ganhará uma coluna para participar dos debates e expressar nossas posições, e irá, da mesma forma que vínhamos fazendo, manter o jornal, sua redação, a publicação de notícias e opiniões dos jornalistas. 

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ESCOLA DE FORMAÇÃO POLÍTICA DA CLASSE TRABALHADORA - VÂNIA BAMBIRRA

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Escola

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Fundação: 2016

​

Brasil​

​

Abrangência Nacional

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Site: https://www.efopvaniabambirra.com.br

Redes sociais:

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A EFoP foi fundada em 2016, em Florianópolis (SC). Em seu nome, a EFoP homenageia Vânia Bambirra, uma das principais e mais generosas intelectuais da Teoria Marxista da Dependência (TMD). Este gesto busca lembrar dos esforços estratégicos, críticos e criativos que Vânia Bambirra sempre demonstrou em seus textos e em sua militância. É também nosso modo de nos referenciarmos em sua grandeza histórica e na imensa generosidade intelectual de nossa classe. 

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Com o Coletivo Emancipação Socialista (CESO), continuaremos construindo esse instrumento de formação política da classe trabalhadora. Com a EFOP procuramos contribuir, como tantos outros, para  constituir um campo plural e autônomo de formação política que possa servir a nossa classe na luta pelo socialismo. Para nós, a formação de militantes e quadros políticos da classe trabalhadora, comprometidos em fazer avançar a capacidade organizativa da classe, bem como a avançar com classe nos debates, na capacidade de análise e formulação estratégica é uma tarefa fundamental. 

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Nosso intuito é contribuir, como tantos outros, para constituir um espaço independente e crítico, pois é através do estudo sistemático e disciplinado que o conhecimento sobre o mundo no qual vivemos ganha sentido e pode ser modificado. Desde a sua fundação, realizamos dezenas de atividades formativas, algumas das quais em parceria com sindicatos, entidades estudantis, movimentos e outras organizações de classe.

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A escola se organiza através de cátedras que aglutinam os grandes temas que consideramos prioritários para a nossa contribuição à classe trabalhadora brasileira. As cátedras são fundadas por iniciativa da Direção da Escola e têm caráter perene e, desse modo, refletem a estrutura programática de estudos e as áreas de conhecimentos que nos são caros. Atualmente estão fundadas as seguintes cátedras: Cátedra de Cultura e Literatura Latinoamericana, Cátedra de Teoria Marxista da Dependência e Imperialismo na América Latina, Cátedra de Estudos sobre o Brasil e sua formação social, Cátedra de Estudos sobre a Universidade e a Cátedra de Teoria da Organização Política e Métodos de Luta da Classe Trabalhadora. As cátedras mantêm atividades diversas através das quais cumprem seus objetivos, como seminários, cursos, grupos de estudos e grupos de leituras.

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A Escola, para manter seu caráter independente e crítico, realiza suas próprias atividades para financiamento, como a venda de livros socialistas através da Banquinha à Esquerda e mantém uma atividade de Clube do Livro, sob o formato de clube de assinatura torna-se possível organizar um planejamento de leituras que se entrelaçam com sentido lógico, entregá-las aos leitores, organizar debates sobre as obras e favorecer o financiamento das editoras que publicam livros de interesses para os socialistas.

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Tarsila do Amaral. Os operários. 1933.
Tarsila do Amaral. Os operários. 1933.
Tarsila do Amaral. Os operários. 1933.
Tarsila do Amaral. Os operários. 1933.
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Coletivo Emancipação Socialista

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